Diferença equivalente ao peso de uma moeda de cinco centavos pode parecer pequena, mas se reverte em resultados nada desprezíveis para o negócio global
São Paulo – Sabe aquela expressão popular “de grão em grão, a galinha enche o papo”? Pois a gigante americana do agronegócio Bunge está aprendendo que de “grama em grama” — de plástico — é possível colher grandes resultados. A empresa lançou no mercado brasileiro uma nova embalagem com 4 gramas (g) a menos de plástico na composição.
Disponível para as marcas de óleo de soja Soya e Primor, a nova embalagem passou de 18g para 14g em peso. Na ponta do lápis, a embalagem perdeu 3g e a tampinha, 1g. A diferença, que equivale ao peso de uma moeda de cinco centavos de Real, pode parecer pequena, mas se reverte em resultados nada desprezíveis para um negócio de dimensões continentais.
Ao utilizar menos matéria-prima, a Bunge vai economizar cerca de 2,5 mil toneladas de plástico polietileno por ano, o que equivale a 60 milhões de garrafas de refrigerante de dois litros. Menos matéria-prima na fabricação das garrafas equivale a menor custo da embalagem, mas por “questões estratégicas”, a empresa não abre os retornos financeiros de seus investimentos.
Para atingir essa redução no uso de plástico, ao longo de dois anos, a multinacional investiu junto com seus fornecedores R$ 100 milhões no desenvolvimento de tecnologias de envase e reformulação das tampas e garrafas.
“O principal obstáculo foi desenvolver uma garrafa que não tivesse o seu manuseio prejudicado com a redução de gramatura, além de buscar máquinas que conseguissem nos ajudar a implementar a tecnologia nas nossas unidades. Inúmeros testes foram realizados até que chegássemos ao produto final”, diz ao site EXAME Paulo Silvério, diretor de suprimentos da Bunge na América do Sul.
Referência: Revista Exame
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